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Saúde faz alerta preventivo sobre a malária, mas chance de doença se espalhar é pequena

A malária é transmitida por um mosquito do gênero anopheles, também conhecido como mosquito-prego

07/08/2018

A secretária municipal de Saúde, Lucinéia Seibel Storch, fez um alerta a todos os postos de saúde do município e também ao hospital, pedindo aos médicos e profissionais da área que fiquem atentos sobre a possibilidade do atendimento a pacientes com sintomas da malária.

A forma grave da doença atingiu nos últimos 15 dias a 64 pessoas no Espírito Santo, com a ocorrência de uma morte. A malária foi registrada nos municípios de Vila Pavão (quase 90% dos casos) e em Barra de São Francisco.
 
A secretária Lucinéia disse que o alerta feito em Baixo Guandu é apenas uma medida de precaução. “Nossos profissionais da área de saúde estão atentos para pacientes com sintomas da malária, mas a possibilidade da doença se espalhar no Estado é muito pequena”, falou.
 
Lucinéia lembrou que a malária é transmitida também por um mosquito (do gênero anopheles, também conhecido como mosquito-prego) e é sempre bom alertar as pessoas sobre a necessidade de manter os quintais limpos, evitando a proliferação destes pequenos mas perigosos animais.

Na área de Vila Pavão e Barra de São Francisco, equipes da vigilância sanitária estão fazendo um intenso trabalho para conter a malária, incluindo a aplicação de inseticidas. Provavelmente a doença chegou ao Estado através de uma pessoa infectada vindo da região amazônica, onde a presença da malária é uma constante.

Os principais sintomas da malária são febre, fadiga, vômitos e dor de cabeça. Quando instalada, a doença provoca fortes ataque de tremedeira nos pacientes, que podem ir a óbito se não forem devidamente medicados.

ES

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