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Gasolina acaba na cidade, mas serviços à população em áreas prioritárias estão mantidos

Os 5 postos de combustíveis de Baixo Guandu amanheceram hoje (25/05) sem oferta de gasolina, que acabou na noite de ontem depois de uma grande corrida dos consumidores em busca de abastecimento.
 
Apesar da falta deste tipo de combustível, serviços considerados essenciais continuam funcionando praticamente de forma normal, com pequenas restrições apenas na área da Saúde e na recuperação de estradas.

As aulas nas escolas não foram suspensas, os serviços de saúde nos postos estão mantidos, o trabalho das polícias Militar e Civil continuam normalmente e a coleta de lixo foi realizada hoje.
 

No interior, os serviços de recuperação das estradas, feitas por uma força tarefa com várias máquinas trabalhando, desde ontem  estão parcialmente suspensos, conforme o secretário de Desenvolvimento Rural Allony Torres.
 
Na Saúde, a secretária municipal Lucinéia Seibel Storch explicou que, atendendo à determinação do prefeito Neto Barros, a prioridade continua destinada aos serviços de ambulâncias e no transporte de pacientes que fazem hemodiálise.
 
Os serviços de consultas e exames fora da cidade, cujo transporte de pacientes é terceirizado através de contrato, continuam também funcionando. A única restrição é para pacientes com alguns procedimentos marcados que dependem de veículos da própria frota municipal.
 
“Nós temos 5 mil litros de gasolina disponíveis e estamos economizando, dando prioridade aos casos mais graves, mantendo por exemplo as ambulâncias em serviço. Estamos trabalhando com toda cautela porque ainda não há definição dos rumos da paralisação dos caminhoneiros”, explicou a secretária Lucinéia.
 
Toda esta situação está sendo provocada pela paralisação dos caminhoneiros, que hoje chega ao quinto dia e provoca desabastecimento em todo o país. Ontem proprietários de supermercados da cidade reclamavam que alguns produtos já estão em falta nas prateleiras.
 
Apesar do Governo Federal ter anunciado ontem um acordo com a categoria, em Baixo Guandu permanecia hoje pela manhã o movimento dos caminhoneiros, em dois pontos: no trevo próximo ao polo industrial e na saída da cidade em direção a Colatina, nas proximidades da Serraria Binda.
 
O tráfego continua liberado para veículos de passeio, ambulâncias, ônibus escolares, carros de Polícia e ônibus de transporte coletivo. Somente os caminhões de carga estão impedidos de trafegar nas rodovias que cortam a cidade – a BR 259 (federal) e a ES 446 (estadual), que dá acesso a Itaguaçu e Itarana.
 
A paralisação dos caminhoneiros também começa afetar as indústrias de Baixo Guandu. A Capixaba Couros, que processa cerca de 2 mil couros por dia, deve paralisar amanhã as atividades, já que a matéria prima não está conseguindo chegar na unidade industrial.
 
O prefeito Neto Barros, que está acompanhando a paralisação dos caminhoneiros e determinou que sejam mantidos especialmente os serviços essenciais na Saúde, afirmou hoje pela manhã que “”apoia todas as manifestações que visem melhorar as condições de vida dos trabalhadores””.

Ontem a corrida aos postos de gasolina foi grande, mas hoje o combustível já tinha acabado em todos eles


Os caminhoneiros fizeram dois pontos de paralisação em Baixo Guandu


Trevo do final da avenida Santa Terezinha, no entrocamento da BR 259 e da ES 446: os caminhões estão impedidos de passar

 
 
 
 

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