PMBG

Loading

Operações do Nossocrédito em Guandu batem recorde em 2017, com crescimento de 21,9%

Com financiamento concedidos especialmente a pequenos empreendedores,  a agência do Nossocrédito em Baixo Guandu realizou 109 operações  no ano de 2017, um crescimento de 21,9% com relação ao ano anterior, totalizando R$ 533.689,00 liberados no período.
 
Estes números, divulgados esta semana pela agência Nossocrédito, demonstra a confiança dos pequenos empreendedores em Baixo Guandu, além do esperado retorno do crescimento econômico.
 
“O bom volume dos financiamentos em 2017 mostra com clareza que o clima de confiança no mercado está retornando, além do fato de Baixo Guandu continuar com a economia em alta e enxergar ótimas perspectivas no ano que se inicia”, avaliou o secretário de Desenvolvimento Clóvis Rodrigues.
 
A agência Nossocrédito funciona na própria Secretaria Municipal de Desenvolvimento, onde os interessados podem levar suas propostas e receber todas as orientações sobre o crédito, que é administrado pelo Estado através do sistema Bandes.
 
Os juros do Nossocrédito são muito inferiores aos praticados no mercado e o sistema oferece crédito inicial que vai de R$ 200,00 a R$ 7.500,00. Numa segunda etapa, os tomadores de empréstimo podem se valer da linha “Seguir Crescendo”, que varia de R$ 10 mil a R$ 50 mil.
 
Outro programa de financiamento operado na Secretaria de Desenvolvimento é o “Desenvolve Rio Doce”, feito através da Fundação Renova, oferecendo crédito a empreendedores que vai de R$ 10 mil a R$ 100 mil.

 

Perfil
Ao divulgar esta semana um relatório sobre as operações do Nossocrédito em Baixo Guandu, o agente local Gustavo Oliveira Silva, que é servidor municipal, destacou que as 109 operações realizadas em 2017 significam uma forte retomada da confiança do empreendedor.
 
No ano de 2016, segundo Gustavo Oliveira, foram realizadas 88 operações de crédito, totalizando R$ 437 mil liberados em financiamentos. Já em 2017 o crédito liberado somou R$ 533 mil, um aumento de 29,1%, com 109 empreendedores atendidos.
 
O relatório divulgado pelo agente Nossocrédito Gustavo Oliveira traz ainda dados interessantes sobre o perfil dos guanduenses que buscaram o crédito para o seu negócio: 59% dos tomadores são do sexo feminino; a atividade que mais procurou o crédito foi o comércio de tecidos, armarinho e vestuário (30 operações), seguida do comércio de cosméticos e produtos de perfumaria ( 12) e de produtos alimentícios e de bebidas (também com 12 financiamentos).
 
Também aparecem na lista atividades como serviços de cabeleireiro, manicure e pedicure; fabricação de produtos alimentícios; comércio de bijuterias e artesanatos; atividades relacionadas ao transporte; comércio de produtos agrícolas e animais vivos; confecção de artigos do vestuário e manutenção e reparação de veículos e motocicletas.
 
O bairro São José aparece no topo dos tomadores do Nossocrédito, com 18 operações, seguido do Centro (15), Sapucaia (13), Vila Kennedy (08), Valparaíso (07), aparecendo ainda os bairros Mauá, São Vicente, Ricardo Holz, Santa Mônica. Houve registro  também de 5 operações efetivadas para residentes no meio rural.
 
Os interessados em obter informações sobre as linhas de financiamento do Nossocrédito podem procurar diretamente a SecretariaMunicipal de Desenvolvimento, que fica na rua Milagres Júnior s/n, próximo à Câmara Municipal.  O telefone da Secretaria é o 3732-1878.
 

Número de microempreendedores individuais cresce 279% em Guandu desde 2012

Mesmo com a grave crise econômica que o país vive nos últimos anos, o guanduense está demonstrando que é empreendedor.

Em 2012 existiam apenas 374 microempreendedores individuais no município, e o ano de 2017 fechou com 1417 registros nesta categoria, um aumento de 279% em apenas 6 anos.
 

A evolução fantástica do número de microempreendedores individuais mostra, além do espírito empreendedor do guanduense, o clima de confiança que se estabeleceu na cidade, que apresenta nos últimos anos excelentes índices de crescimento econômico.
 
O resultado pode ser creditado também ao esforço da Prefeitura Municipal, via Secretaria de Desenvolvimento, que reforçou a parceria com o Sebrae na formalização dos pequenos negócios em Baixo Guandu.
 
“Foram anos de muito trabalho em parceria com o Sebrae, conscientizando os pequenos empreendedores da necessidade de formalizar seu negócio, oferecendo ao mesmo tempo vários cursos de qualificação. O resultado foi um crescimento fantástico na formalização dos empreendimentos individuais”, explicou o secretário de Desenvolvimento Clóvis Rodrigues.
 
Microempreendedor individual é aquele profissional que cuida do próprio negócio, como vendedores de churrasquinhos, costureiras, pintores, cuidadores de idosos, vendedores ambulantes, de verduras, pedreiros ou qualquer outra atividade dentro deste contexto.

Uma das vantagens da formalização do microempreendedor individual é a maior facilidade no acesso ao crédito e também a contribuição à Previdência, garantindo a aposentadoria no futuro.

Declaração

A agente de desenvolvimento da Secretaria de Desenvolvimento de Baixo Guandu, Samantha Ribeiro, lembrou ontem que já está correndo o prazo, desde o dia 2 de janeiro, para a Declaração Anual do Simples Nacional dos Microempreendedores individuais. O prazo termina no dia 31 de maio.

A agente Samantha explicou que o microempreendedor deve comparecer à Secretaria de Desenvolvimento para fazer esta declaração, com documentos pessoais. A declaração é feita gratuitamente.

O endereço da Secretaria de Desenvolvimento é o seguinte: rua Milagres Junior s/n, próximo à Câmara Municipal, com atendimento das 7 às 13 horas.

 

Número de microempreendedores individuais cresce 279% em Guandu desde 2012

Mesmo com a grave crise econômica que o país vive nos últimos anos, o guanduense está demonstrando que é empreendedor.

Em 2012 existiam apenas 374 microempreendedores individuais no município, e o ano de 2017 fechou com 1417 registros nesta categoria, um aumento de 279% em apenas 6 anos.
 

A evolução fantástica do número de microempreendedores individuais mostra, além do espírito empreendedor do guanduense, o clima de confiança que se estabeleceu na cidade, que apresenta nos últimos anos excelentes índices de crescimento econômico.
 
O resultado pode ser creditado também ao esforço da Prefeitura Municipal, via Secretaria de Desenvolvimento, que reforçou a parceria com o Sebrae na formalização dos pequenos negócios em Baixo Guandu.
 
“Foram anos de muito trabalho em parceria com o Sebrae, conscientizando os pequenos empreendedores da necessidade de formalizar seu negócio, oferecendo ao mesmo tempo vários cursos de qualificação. O resultado foi um crescimento fantástico na formalização dos empreendimentos individuais”, explicou o secretário de Desenvolvimento Clóvis Rodrigues.
 
Microempreendedor individual é aquele profissional que cuida do próprio negócio, como vendedores de churrasquinhos, costureiras, pintores, cuidadores de idosos, vendedores ambulantes, de verduras, pedreiros ou qualquer outra atividade dentro deste contexto.

Uma das vantagens da formalização do microempreendedor individual é a maior facilidade no acesso ao crédito e também a contribuição à Previdência, garantindo a aposentadoria no futuro.

Declaração

A agente de desenvolvimento da Secretaria de Desenvolvimento de Baixo Guandu, Samantha Ribeiro, lembrou ontem que já está correndo o prazo, desde o dia 2 de janeiro, para a Declaração Anual do Simples Nacional dos Microempreendedores individuais. O prazo termina no dia 31 de maio.

A agente Samantha explicou que o microempreendedor deve comparecer à Secretaria de Desenvolvimento para fazer esta declaração, com documentos pessoais. A declaração é feita gratuitamente.

O endereço da Secretaria de Desenvolvimento é o seguinte: rua Milagres Junior s/n, próximo à Câmara Municipal, com atendimento das 7 às 13 horas.

 

Número de microempreendedores individuais cresce 279% em Guandu desde 2012

Mesmo com a grave crise econômica que o país vive nos últimos anos, o guanduense está demonstrando que é empreendedor.

Em 2012 existiam apenas 374 microempreendedores individuais no município, e o ano de 2017 fechou com 1417 registros nesta categoria, um aumento de 279% em apenas 6 anos.
 

A evolução fantástica do número de microempreendedores individuais mostra, além do espírito empreendedor do guanduense, o clima de confiança que se estabeleceu na cidade, que apresenta nos últimos anos excelentes índices de crescimento econômico.
 
O resultado pode ser creditado também ao esforço da Prefeitura Municipal, via Secretaria de Desenvolvimento, que reforçou a parceria com o Sebrae na formalização dos pequenos negócios em Baixo Guandu.
 
“Foram anos de muito trabalho em parceria com o Sebrae, conscientizando os pequenos empreendedores da necessidade de formalizar seu negócio, oferecendo ao mesmo tempo vários cursos de qualificação. O resultado foi um crescimento fantástico na formalização dos empreendimentos individuais”, explicou o secretário de Desenvolvimento Clóvis Rodrigues.
 
Microempreendedor individual é aquele profissional que cuida do próprio negócio, como vendedores de churrasquinhos, costureiras, pintores, cuidadores de idosos, vendedores ambulantes, de verduras, pedreiros ou qualquer outra atividade dentro deste contexto.

Uma das vantagens da formalização do microempreendedor individual é a maior facilidade no acesso ao crédito e também a contribuição à Previdência, garantindo a aposentadoria no futuro.

Declaração

A agente de desenvolvimento da Secretaria de Desenvolvimento de Baixo Guandu, Samantha Ribeiro, lembrou ontem que já está correndo o prazo, desde o dia 2 de janeiro, para a Declaração Anual do Simples Nacional dos Microempreendedores individuais. O prazo termina no dia 31 de maio.

A agente Samantha explicou que o microempreendedor deve comparecer à Secretaria de Desenvolvimento para fazer esta declaração, com documentos pessoais. A declaração é feita gratuitamente.

O endereço da Secretaria de Desenvolvimento é o seguinte: rua Milagres Junior s/n, próximo à Câmara Municipal, com atendimento das 7 às 13 horas.

 

Número de microempreendedores individuais cresce 279% em Guandu desde 2012

Mesmo com a grave crise econômica que o país vive nos últimos anos, o guanduense está demonstrando que é empreendedor.

Em 2012 existiam apenas 374 microempreendedores individuais no município, e o ano de 2017 fechou com 1417 registros nesta categoria, um aumento de 279% em apenas 6 anos.
 

A evolução fantástica do número de microempreendedores individuais mostra, além do espírito empreendedor do guanduense, o clima de confiança que se estabeleceu na cidade, que apresenta nos últimos anos excelentes índices de crescimento econômico.
 
O resultado pode ser creditado também ao esforço da Prefeitura Municipal, via Secretaria de Desenvolvimento, que reforçou a parceria com o Sebrae na formalização dos pequenos negócios em Baixo Guandu.
 
“Foram anos de muito trabalho em parceria com o Sebrae, conscientizando os pequenos empreendedores da necessidade de formalizar seu negócio, oferecendo ao mesmo tempo vários cursos de qualificação. O resultado foi um crescimento fantástico na formalização dos empreendimentos individuais”, explicou o secretário de Desenvolvimento Clóvis Rodrigues.
 
Microempreendedor individual é aquele profissional que cuida do próprio negócio, como vendedores de churrasquinhos, costureiras, pintores, cuidadores de idosos, vendedores ambulantes, de verduras, pedreiros ou qualquer outra atividade dentro deste contexto.

Uma das vantagens da formalização do microempreendedor individual é a maior facilidade no acesso ao crédito e também a contribuição à Previdência, garantindo a aposentadoria no futuro.

Declaração

A agente de desenvolvimento da Secretaria de Desenvolvimento de Baixo Guandu, Samantha Ribeiro, lembrou ontem que já está correndo o prazo, desde o dia 2 de janeiro, para a Declaração Anual do Simples Nacional dos Microempreendedores individuais. O prazo termina no dia 31 de maio.

A agente Samantha explicou que o microempreendedor deve comparecer à Secretaria de Desenvolvimento para fazer esta declaração, com documentos pessoais. A declaração é feita gratuitamente.

O endereço da Secretaria de Desenvolvimento é o seguinte: rua Milagres Junior s/n, próximo à Câmara Municipal, com atendimento das 7 às 13 horas.

 

Cidade termina o ano de 2017 com ótimos índices na queda da criminalidade

Baixo Guandu terminou o ano de 2017 com ótimos índices na queda da criminalidade, segundo estatística divulgada pela 2ª Cia do 8º Batalhão da Polícia Militar. Um dos destaques foi a diminuição do número de homicídios: há mais de 200 dias não se registra nenhum assassinato no município.
 
O comandante da 2ª Cia da Policia Militar, capitão Wagner Batista, esteve na Câmara Municipal no final de 2017, fazendo um balanço das ações de segurança executadas em Baixo Guandu, quando através de números demonstrou as atividades da PM na prevenção à criminalidade.
 
Segundo a Polícia Militar, em 2017 aconteceram 11 homicídios em Baixo Guandu, uma queda em torno de 60% desde o ano de 2012, quando foram registrados 25 crimes de morte no município. O último assassinato aconteceu em Guandu no mês de maio de 2017 – portanto são mais de 200 dias sem este tipo de ocorrência.
 
“Estamos no caminho certo, registrando queda constante nos assassinatos nos últimos 3 anos. Todo este trabalho envolve o apoio do comando do 8º Batalhão da PM, as ações preventivas de segurança, o aumento no efetivo policial e também o envolvimento da sociedade, através do Gabinete de Gestão Integrada Municipal, o GGIM, que se reúne periodicamente para discutir as ações de segurança”, falou o capitão Wagner.
 
O GGIM foi criado pela Prefeitura em 2013, quando a segurança pública em Baixo Guandu atravessava uma crise séria. Este Gabinete Integrado envolve desde aquele ano reuniões periódicas para discutir a segurança, com participação das Policias Civil e Militar, Promotoria Pública, Poder Judiciário e membros do Governo Municipal.
 
Na apresentação feita na Câmara Municipal, o capitão Wagner Batista apresentou outros números relacionados à segurança em Baixo Guandu: são 63 policiais atuando no município e em Itapina, com 4.399 ocorrências registradas em 2017; foram feitas 984 operações policiais, resultando, entre outros, na apreensão de 6,3 kg de maconha mais 250 buchas e 7 cigarros; 87 papelotes de cocaína e 3 pinos, além de 118 pedras de crack.
 
No mesmo período foram detidas 428 pessoas e a Polícia Militar realizou 143 visitas tranquilizadoras a mulheres vítima de violência doméstica. O número de crimes contra o patrimônio somou 277 ocorrências, apresentando estabilidade variável desde 2013.
 
Com relação aos crimes contra o patrimônio (furtos e roubos), o capitão Wagner Batista explicou que a PM hoje é acionada com maior frequência, em função da própria confiança da população com relação ao trabalho da polícia. Em 2014 houve 276 casos, 235 em 2015, 236 em 2016 e 277 em 2017.
 
O capitão Wagner Batista ainda comanda a 2ª Cia do 8º Batalhão da PM em Baixo Guandu, mas despede-se da cidade em fevereiro, quando se afastará para fazer curso especializado que permite a promoção à patente de major. No mês de janeiro, nas férias do capitão Wagner, responde pela Companhia em Baixo Guandu o capitão Cleiton.
 
Queda nos assassinatos
Um dos graves problemas da segurança pública em Baixo Guandu, era o elevado número de homicídios. Em 2012, por exemplo, foram registrados 25 casos assassinatos e no ano seguinte o prefeito Neto Barros, alarmado com a situação, criou o Gabinete de Gestão Integrada Municipal (o GGIM), que passou a atuar juntamente com os órgãos de segurança.
 
Os resultados não demoraram a aparecer: já em 2015 os assassinatos caíram para 15 casos, em 2016 foram registradas 12 ocorrências e no ano de 2017 mais uma queda: 11 homicídios. 
Para o prefeito Neto Barros, a segurança pública em Baixo Guandu exigiu uma ação que envolvesse de forma mais ampla a sociedade.
 
 “A criação do GGIM, em 2013, foi muito importante e passamos a discutir as ações de segurança de forma conjunta, uniforme, analisando a crise que era muito forte. Hoje a situação é completamente diferente. O guanduense se sente muito mais seguro e os mais de 200 dias sem homicídio são um indicativo de que o trabalho trouxe grandes resultados”, explicou Neto Barros.

O prefeito quer, no entanto, que as ações de segurança continuem buscando mais eficiência, tanto que o Gabinete de Gestão Integrada Municipal não será desfeito e permanecerá atuando para melhorar ainda mais os índices.
 

Cidade termina o ano de 2017 com ótimos índices na queda da criminalidade

Baixo Guandu terminou o ano de 2017 com ótimos índices na queda da criminalidade, segundo estatística divulgada pela 2ª Cia do 8º Batalhão da Polícia Militar. Um dos destaques foi a diminuição do número de homicídios: há mais de 200 dias não se registra nenhum assassinato no município.
 
O comandante da 2ª Cia da Policia Militar, capitão Wagner Batista, esteve na Câmara Municipal no final de 2017, fazendo um balanço das ações de segurança executadas em Baixo Guandu, quando através de números demonstrou as atividades da PM na prevenção à criminalidade.
 
Segundo a Polícia Militar, em 2017 aconteceram 11 homicídios em Baixo Guandu, uma queda em torno de 60% desde o ano de 2012, quando foram registrados 25 crimes de morte no município. O último assassinato aconteceu em Guandu no mês de maio de 2017 – portanto são mais de 200 dias sem este tipo de ocorrência.
 
“Estamos no caminho certo, registrando queda constante nos assassinatos nos últimos 3 anos. Todo este trabalho envolve o apoio do comando do 8º Batalhão da PM, as ações preventivas de segurança, o aumento no efetivo policial e também o envolvimento da sociedade, através do Gabinete de Gestão Integrada Municipal, o GGIM, que se reúne periodicamente para discutir as ações de segurança”, falou o capitão Wagner.
 
O GGIM foi criado pela Prefeitura em 2013, quando a segurança pública em Baixo Guandu atravessava uma crise séria. Este Gabinete Integrado envolve desde aquele ano reuniões periódicas para discutir a segurança, com participação das Policias Civil e Militar, Promotoria Pública, Poder Judiciário e membros do Governo Municipal.
 
Na apresentação feita na Câmara Municipal, o capitão Wagner Batista apresentou outros números relacionados à segurança em Baixo Guandu: são 63 policiais atuando no município e em Itapina, com 4.399 ocorrências registradas em 2017; foram feitas 984 operações policiais, resultando, entre outros, na apreensão de 6,3 kg de maconha mais 250 buchas e 7 cigarros; 87 papelotes de cocaína e 3 pinos, além de 118 pedras de crack.
 
No mesmo período foram detidas 428 pessoas e a Polícia Militar realizou 143 visitas tranquilizadoras a mulheres vítima de violência doméstica. O número de crimes contra o patrimônio somou 277 ocorrências, apresentando estabilidade variável desde 2013.
 
Com relação aos crimes contra o patrimônio (furtos e roubos), o capitão Wagner Batista explicou que a PM hoje é acionada com maior frequência, em função da própria confiança da população com relação ao trabalho da polícia. Em 2014 houve 276 casos, 235 em 2015, 236 em 2016 e 277 em 2017.
 
O capitão Wagner Batista ainda comanda a 2ª Cia do 8º Batalhão da PM em Baixo Guandu, mas despede-se da cidade em fevereiro, quando se afastará para fazer curso especializado que permite a promoção à patente de major. No mês de janeiro, nas férias do capitão Wagner, responde pela Companhia em Baixo Guandu o capitão Cleiton.
 
Queda nos assassinatos
Um dos graves problemas da segurança pública em Baixo Guandu, era o elevado número de homicídios. Em 2012, por exemplo, foram registrados 25 casos assassinatos e no ano seguinte o prefeito Neto Barros, alarmado com a situação, criou o Gabinete de Gestão Integrada Municipal (o GGIM), que passou a atuar juntamente com os órgãos de segurança.
 
Os resultados não demoraram a aparecer: já em 2015 os assassinatos caíram para 15 casos, em 2016 foram registradas 12 ocorrências e no ano de 2017 mais uma queda: 11 homicídios. 
Para o prefeito Neto Barros, a segurança pública em Baixo Guandu exigiu uma ação que envolvesse de forma mais ampla a sociedade.
 
 “A criação do GGIM, em 2013, foi muito importante e passamos a discutir as ações de segurança de forma conjunta, uniforme, analisando a crise que era muito forte. Hoje a situação é completamente diferente. O guanduense se sente muito mais seguro e os mais de 200 dias sem homicídio são um indicativo de que o trabalho trouxe grandes resultados”, explicou Neto Barros.

O prefeito quer, no entanto, que as ações de segurança continuem buscando mais eficiência, tanto que o Gabinete de Gestão Integrada Municipal não será desfeito e permanecerá atuando para melhorar ainda mais os índices.
 

Cidade termina o ano de 2017 com ótimos índices na queda da criminalidade

Baixo Guandu terminou o ano de 2017 com ótimos índices na queda da criminalidade, segundo estatística divulgada pela 2ª Cia do 8º Batalhão da Polícia Militar. Um dos destaques foi a diminuição do número de homicídios: há mais de 200 dias não se registra nenhum assassinato no município.
 
O comandante da 2ª Cia da Policia Militar, capitão Wagner Batista, esteve na Câmara Municipal no final de 2017, fazendo um balanço das ações de segurança executadas em Baixo Guandu, quando através de números demonstrou as atividades da PM na prevenção à criminalidade.
 
Segundo a Polícia Militar, em 2017 aconteceram 11 homicídios em Baixo Guandu, uma queda em torno de 60% desde o ano de 2012, quando foram registrados 25 crimes de morte no município. O último assassinato aconteceu em Guandu no mês de maio de 2017 – portanto são mais de 200 dias sem este tipo de ocorrência.
 
“Estamos no caminho certo, registrando queda constante nos assassinatos nos últimos 3 anos. Todo este trabalho envolve o apoio do comando do 8º Batalhão da PM, as ações preventivas de segurança, o aumento no efetivo policial e também o envolvimento da sociedade, através do Gabinete de Gestão Integrada Municipal, o GGIM, que se reúne periodicamente para discutir as ações de segurança”, falou o capitão Wagner.
 
O GGIM foi criado pela Prefeitura em 2013, quando a segurança pública em Baixo Guandu atravessava uma crise séria. Este Gabinete Integrado envolve desde aquele ano reuniões periódicas para discutir a segurança, com participação das Policias Civil e Militar, Promotoria Pública, Poder Judiciário e membros do Governo Municipal.
 
Na apresentação feita na Câmara Municipal, o capitão Wagner Batista apresentou outros números relacionados à segurança em Baixo Guandu: são 63 policiais atuando no município e em Itapina, com 4.399 ocorrências registradas em 2017; foram feitas 984 operações policiais, resultando, entre outros, na apreensão de 6,3 kg de maconha mais 250 buchas e 7 cigarros; 87 papelotes de cocaína e 3 pinos, além de 118 pedras de crack.
 
No mesmo período foram detidas 428 pessoas e a Polícia Militar realizou 143 visitas tranquilizadoras a mulheres vítima de violência doméstica. O número de crimes contra o patrimônio somou 277 ocorrências, apresentando estabilidade variável desde 2013.
 
Com relação aos crimes contra o patrimônio (furtos e roubos), o capitão Wagner Batista explicou que a PM hoje é acionada com maior frequência, em função da própria confiança da população com relação ao trabalho da polícia. Em 2014 houve 276 casos, 235 em 2015, 236 em 2016 e 277 em 2017.
 
O capitão Wagner Batista ainda comanda a 2ª Cia do 8º Batalhão da PM em Baixo Guandu, mas despede-se da cidade em fevereiro, quando se afastará para fazer curso especializado que permite a promoção à patente de major. No mês de janeiro, nas férias do capitão Wagner, responde pela Companhia em Baixo Guandu o capitão Cleiton.
 
Queda nos assassinatos
Um dos graves problemas da segurança pública em Baixo Guandu, era o elevado número de homicídios. Em 2012, por exemplo, foram registrados 25 casos assassinatos e no ano seguinte o prefeito Neto Barros, alarmado com a situação, criou o Gabinete de Gestão Integrada Municipal (o GGIM), que passou a atuar juntamente com os órgãos de segurança.
 
Os resultados não demoraram a aparecer: já em 2015 os assassinatos caíram para 15 casos, em 2016 foram registradas 12 ocorrências e no ano de 2017 mais uma queda: 11 homicídios. 
Para o prefeito Neto Barros, a segurança pública em Baixo Guandu exigiu uma ação que envolvesse de forma mais ampla a sociedade.
 
 “A criação do GGIM, em 2013, foi muito importante e passamos a discutir as ações de segurança de forma conjunta, uniforme, analisando a crise que era muito forte. Hoje a situação é completamente diferente. O guanduense se sente muito mais seguro e os mais de 200 dias sem homicídio são um indicativo de que o trabalho trouxe grandes resultados”, explicou Neto Barros.

O prefeito quer, no entanto, que as ações de segurança continuem buscando mais eficiência, tanto que o Gabinete de Gestão Integrada Municipal não será desfeito e permanecerá atuando para melhorar ainda mais os índices.
 

Cidade termina o ano de 2017 com ótimos índices na queda da criminalidade

Baixo Guandu terminou o ano de 2017 com ótimos índices na queda da criminalidade, segundo estatística divulgada pela 2ª Cia do 8º Batalhão da Polícia Militar. Um dos destaques foi a diminuição do número de homicídios: há mais de 200 dias não se registra nenhum assassinato no município.
 
O comandante da 2ª Cia da Policia Militar, capitão Wagner Batista, esteve na Câmara Municipal no final de 2017, fazendo um balanço das ações de segurança executadas em Baixo Guandu, quando através de números demonstrou as atividades da PM na prevenção à criminalidade.
 
Segundo a Polícia Militar, em 2017 aconteceram 11 homicídios em Baixo Guandu, uma queda em torno de 60% desde o ano de 2012, quando foram registrados 25 crimes de morte no município. O último assassinato aconteceu em Guandu no mês de maio de 2017 – portanto são mais de 200 dias sem este tipo de ocorrência.
 
“Estamos no caminho certo, registrando queda constante nos assassinatos nos últimos 3 anos. Todo este trabalho envolve o apoio do comando do 8º Batalhão da PM, as ações preventivas de segurança, o aumento no efetivo policial e também o envolvimento da sociedade, através do Gabinete de Gestão Integrada Municipal, o GGIM, que se reúne periodicamente para discutir as ações de segurança”, falou o capitão Wagner.
 
O GGIM foi criado pela Prefeitura em 2013, quando a segurança pública em Baixo Guandu atravessava uma crise séria. Este Gabinete Integrado envolve desde aquele ano reuniões periódicas para discutir a segurança, com participação das Policias Civil e Militar, Promotoria Pública, Poder Judiciário e membros do Governo Municipal.
 
Na apresentação feita na Câmara Municipal, o capitão Wagner Batista apresentou outros números relacionados à segurança em Baixo Guandu: são 63 policiais atuando no município e em Itapina, com 4.399 ocorrências registradas em 2017; foram feitas 984 operações policiais, resultando, entre outros, na apreensão de 6,3 kg de maconha mais 250 buchas e 7 cigarros; 87 papelotes de cocaína e 3 pinos, além de 118 pedras de crack.
 
No mesmo período foram detidas 428 pessoas e a Polícia Militar realizou 143 visitas tranquilizadoras a mulheres vítima de violência doméstica. O número de crimes contra o patrimônio somou 277 ocorrências, apresentando estabilidade variável desde 2013.
 
Com relação aos crimes contra o patrimônio (furtos e roubos), o capitão Wagner Batista explicou que a PM hoje é acionada com maior frequência, em função da própria confiança da população com relação ao trabalho da polícia. Em 2014 houve 276 casos, 235 em 2015, 236 em 2016 e 277 em 2017.
 
O capitão Wagner Batista ainda comanda a 2ª Cia do 8º Batalhão da PM em Baixo Guandu, mas despede-se da cidade em fevereiro, quando se afastará para fazer curso especializado que permite a promoção à patente de major. No mês de janeiro, nas férias do capitão Wagner, responde pela Companhia em Baixo Guandu o capitão Cleiton.
 
Queda nos assassinatos
Um dos graves problemas da segurança pública em Baixo Guandu, era o elevado número de homicídios. Em 2012, por exemplo, foram registrados 25 casos assassinatos e no ano seguinte o prefeito Neto Barros, alarmado com a situação, criou o Gabinete de Gestão Integrada Municipal (o GGIM), que passou a atuar juntamente com os órgãos de segurança.
 
Os resultados não demoraram a aparecer: já em 2015 os assassinatos caíram para 15 casos, em 2016 foram registradas 12 ocorrências e no ano de 2017 mais uma queda: 11 homicídios. 
Para o prefeito Neto Barros, a segurança pública em Baixo Guandu exigiu uma ação que envolvesse de forma mais ampla a sociedade.
 
 “A criação do GGIM, em 2013, foi muito importante e passamos a discutir as ações de segurança de forma conjunta, uniforme, analisando a crise que era muito forte. Hoje a situação é completamente diferente. O guanduense se sente muito mais seguro e os mais de 200 dias sem homicídio são um indicativo de que o trabalho trouxe grandes resultados”, explicou Neto Barros.

O prefeito quer, no entanto, que as ações de segurança continuem buscando mais eficiência, tanto que o Gabinete de Gestão Integrada Municipal não será desfeito e permanecerá atuando para melhorar ainda mais os índices.
 

Cidade resiste bem ao maior temporal desde 2013: 85 mm de chuva acumulada em 12 horas

Baixo Guandu resistiu muito bem ao forte temporal que caiu na noite de ontem e madrugada de hoje (04/01), com acumulado de 85mm até às 9h30m da manhã.

Desde 2013, com a grande enchente do mês de dezembro, a cidade não recebia tanta chuva em espaço de apenas 12 horas.
 

O único dano no patrimônio público registrado foi a queda de um trecho de aproximadamente 10 metros do muro do estádio Manoel Carneiro, na subida do bairro Rosário I, porém sem causar vítimas.
 
Alguns pontos de alagamento foram registrados durante a madrugada, no entanto hoje pela manhã a situação estava completamente normalizada.

A chuva começou por volta das 20h30m de ontem, com ventania, raios e trovões, estendendo-se durante a madrugada.

Parte da cidade ficou sem energia elétrica por mais de uma hora, mas o serviço já está restabelecido.
 

O secretário de Obras Maximiliano Cândido dos Santos explicou que a chuva de 85mm é uma precipitação muito considerável, mas felizmente os danos foram mínimos.

“A cidade resistiu muito bem a esta chuva forte e estamos atentos porque o tempo instável deve continuar até o final de semana “, disse ele.
 

Uma das preocupações com a chuva forte de ontem era a galeria do bairro Sapucaia, que se rompeu em dezembro e chegou a interditar um trecho do asfalto que liga Baixo Guandu a Aimorés, nas proximidades da 2ª Cia da Polícia Militar.
 
A galeria foi reparada depois de um intenso trabalho de mais de duas semanas envolvendo a Prefeitura, o SAAE e o Departamento de Estradas de Rodagem do Estado –DER. 
 
Segundo o secretário de Serviços Urbanos, Waldir Moreira, a galeria funcionou normalmente durante a chuva forte de ontem e o escoamento das águas foi feito de forma tranquila.
 
“A chuva foi muito forte, mas no perímetro urbano os danos podem ser considerados muito pequenos. Apenas a queda de um trecho do muro do estádio, pequenos danos em calçamento e alguns alagamentos, que hoje pela manhã já haviam desaparecido. A cidade resistiu muito bem à chuva”, falou o secretário Waldir.
 
O rio Guandu, hoje pela manhã, retratava bem a chuva forte que caiu não só em Baixo Guandu, mas também na região. O rio subiu cerca de um metro durante a noite, aumentando muito a vazão na represa localizada próximo à ponte de ferro. Mas o nível está ainda longe de atingir o nível de inundação.

Os poucos danos à mobilidade urbana em Baixo Guandu, com a forte chuva, podem ser creditados às obras de pavimentação e drenagem que a Prefeitura realiza desde 2013. É o caso do bairro São Pedro, que está 98% pavimentado e a população não sofre mais com ruas alagadas.

Outro bairro que já começou o serviço total de drenagem e pavimentação é o Valparaíso. Segundo o prefeito Neto Barros, o plano de mobilidade e humanização da sede e distritos de Baixo Guandu, prevê até 2020 um investimento de cerca de R$ 15 milhões de recursos próprios, além do que pode ser captado de emendas parlamentares e programas Federais e Estaduais.

 

Acessar o conteúdo