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Defesa Civil alerta para risco de incêndios: casos aumentaram muito com a seca em Guandu

A Defesa Civil de Baixo Guandu tem se desdobrado para  atender a ocorrências de incêndio nas áreas de mata e vegetação  nos últimos 30 dias em todo o município, em conseqüência da forte seca que permite com maior facilidade a propagação do fogo.
 
“Foram dezenas de atendimentos nas últimas semanas, tanto na sede quanto no interior de Baixo Guandu, alguns casos com prejuízos aos agricultores”, explicou ontem o coordenador da Defesa Civil Sandro Brandião.
 
Na sede, várias ocorrências foram registrados em pontos próximos às rodovias que cortam a cidade e também nas proximidades de bairros populosos, onde o fogo consome a vegetação e chega a colocar em risco o patrimônio e a vida das pessoas.
 
A Defesa Civil, que conta com dois funcionários (Sandro Farias Brandião e Leones Pereira Soares), tem material para debelar a ocorrência de incêndio de pequenas proporções  e utiliza também o carro pipa da Secretaria de Serviços Urbanos da Prefeitura para auxílio no socorro.
 
Um dos mais graves incêndios ocorreu na semana passada na região do córrego Monjolo, com queima de vários hectares de eucalipto e lavouras de café. “Neste caso houve prejuízo aos produtores da região e lutamos muito para controlar o fogo, ajudados por moradores”, explicou o chefe da Defesa Civil.
 
Consta que um morador local teria tentado fazer um incêndio controlado, com aceiro, mas o fogo fugiu do controle na região do Monjolo e atingiu plantações de eucalipto e café. O Corpo de Bombeiros de Colatina chegou a ser acionado, mas não conseguiu dar socorro porque encontrava-se atendendo duas ocorrências de incêndio grave em outros municípios do Noroeste do Estado.
 
O coordenador da Defesa Civil alertou que, nesta época de forte seca,  qualquer descuido pode se transformar num grande incêndio. “Seja uma simples guimba de cigarro ou alguém que coloca fogo em uma pequena vegetação, pode provocar uma tragédia”, explicou Sandro Brandião, que recomenda muito cuidado a todos. “Qualquer vegetação está muito seca e o fogo se propaga com facilidade”, acrescentou.

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