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Prefeito Neto Barros volta a defender indenização a toda população pela tragédia da Samarco

Participando em Brasília durante toda a segunda-feira e ontem (22/10) da 42º reunião do Comitê Interfederativo (CIF), que fiscaliza e promove ações em favor dos atingidos da tragédia da Samarco, o prefeito Neto Barros defendeu que toda a população seja devidamente ressarcida pelo desastre ambiental.
 
O prefeito de Baixo Guandu representa os municípios capixabas no CIF e antes de viajar a Brasília, na última sexta-feira, ele gravou um vídeo às margens do rio Doce, próximo da ponte Mauá, onde reitera que a tragédia da Samarco, de 2015, provocou um dano ambiental que até hoje ninguém consegue mensurar.
 
“Continuamos lutando para que as autoridades e a Fundação Renova considerem todas as populações ao longo do rio Doce atingidas, indenize as pessoas e recupere o meio ambiente”, falou o prefeito Neto Barros.
 
Neto Barros lembrou que 41 municípios capixabas e mineiros foram atingidos na bacia do rio Doce, que recebeu milhões de toneladas de lama tóxica proveniente do rompimento da barragem de Mariana, em Minas Gerais, com consequências que chegaram ao oceano atlântico.
 
O prefeito luta por uma reparação gigantesca, envolvendo cada habitante de Baixo Guandu e de cidades atingidas, lembrando da ação judicial que corre na Justiça do Reino Unido, (sede de uma das empresas controladoras da Samarco, a BHP Billiton) onde a Prefeitura e milhares de guanduenses esperam uma reparação judicial internacional.
 
“Nossa luta deve ser permanente para garantir as indenizações e estamos confiantes de que isso vai acontecer”, assegura o prefeito Neto, que chegou a sofrer ameaças da Fundação Renova, por difamação, quando defendeu os interesses da população durante uma reunião do Comitê Interfederativo. Este processo judicial, no entanto, não chegou a ser ajuizado.
 
Neto Barros nunca se calou desde o desastre ambiental da Samarco e considera que a luta por Justiça, tanto ambiental, como social com reparação financeira, deve ser uma constante. “O que não pode acontecer é que este crime ambiental, o maior da história do país, caia no esquecimento”, fala o prefeito.

Antes de viajar, o prefeito de Baixo Guandu gravou um vídeo, analisando a chegada dos 4 anos da tragédia da Samarco:


 

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