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Questionário avalia conhecimento da população de Guandu sobre saneamento básico

Um questionário com 12 perguntas, elaborado pelo Projeto Saneágua e distribuído para respostas via internet, está avaliando o conhecimento da população de Baixo Guandu sobre a questão do saneamento básico e a conscientização ambiental na área municipal.
 
A autora do Projeto Saneágua é a estudante guanduense Camila Correa, que dentro de um projeto da Fundação Renova denominado “O Futuro do Rio Doce somos Nós”, foi escolhida em uma seletiva para desenvolver atividades relacionadas a vários temas ambientais.
 
A estudante Camila Correa organizou no dia 22 de agosto o 1º Fórum de Saneamento de Baixo Guandu, realizado no Círculo Operário, e agora dá prosseguimento ao trabalho com o Projeto Saneágua.
 
“Pretendemos através desta pesquisa, saber o nível de conhecimento das pessoas de Baixo Guandu sobre o saneamento básico”, explicou Camila Correa, que foi destaque na imprensa capixaba nas últimas semanas em função do projeto que desenvolve na cidade. Ontem ela recebeu também uma homenagem da  Câmara Municipal pela dedicação em promover no saneamento básico.
 
Para acessar o questionário do Projeto Saneágua e responder ao questionamento, basta clicar aqui
 
Tratamento de esgotos
Baixo Guandu tem dado passos importantes para fazer do saneamento básico uma referência: a coleta de esgotos no município fica perto de 100% e o grande desafio agora é fazer o tratamento dos dejetos, evitando a poluição dos cursos dágua.
 
Em Ibituba e Vila Nova do Bananal as chamadas Estações de Tratamento de Esgotos (ETEs) já estão em construção e nos distritos do KM 14 e Alto Mutum as obras se iniciam brevemente, pois já estão licitadas e com recursos garantidos.
 
Na sede do município, a Prefeitura já fez a licitação do projeto global de tratamento de todo o esgoto e aguarda apenas a liberação de recursos da Fundação Renova para dar prosseguimento ao processo, com a licitação das obras necessárias. 
 
Somente no projeto de saneamento básico da sede, serão aplicados mais de R$ 11 milhões, resultado de um acordo feito com a Fundação Renova com supervisão do Ministério Público Federal e dos Governos do Espirito Santo e Minas Gerais.

 

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