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Reuniões tratam das ações para reparar os danos causados aos guanduenses pela lama no rio Doce

Esta quarta-feira (25) foi um dia de muitas reuniões do prefeito Neto Barros com representantes de diversas instituições envolvidas na investigação da tragédia do vazamento da lama do reservatório Bento Rodrigues, em Mariana (MG) e na busca de soluções para que a população de Baixo Guandu tenha amenizados os efeitos da chegada do resíduo tóxico pela calha do rio Doce.

Logo pela manhã, Neto Barros recebeu funcionários da Samarco Mineradora, entre eles algumas sociólogas da empresa. O objetivo do encontro foi tratar do urgente apoio aos pescadores de Baixo Guandu e suas famílias, ceifados da atividade da pesca no rio Doce desde que a lama chegou ao município.

FUNASA

Em seguida, o prefeito recebeu uma equipe da FUNASA, que vem disponibilizando serviços e orientação técnica na elaboração de projetos junto à Prefeitura de Baixo Guandu. Um deles diz respeito à construção, em curto prazo, da elevatória de Mascarenhas, o que encerrará o envio de água por meio de caminhões pipas, como está sendo feito atualmente. O projeto prevê que a água chegará àquele distrito através de tubulações do reservatório do SAAE na sede.

Outra parceria da PMBG com a FUNASA é o projeto de despoluição do rio Guandu, canalizando o esgoto das residências e empresas para receptores que serão construídos às margens do rio.

Por último, a FUNASA, junto com as Secretarias Municipais de Obra, de Meio Ambiente, de Serviços Urbanos e do SAAE está elaborando um projeto para aumentar a capacidade de captação de água do rio Guandu, bem como passar de provisória à permanente essa captação.   

“A Prefeitura de Baixo Guandu tem um canal aberto permanentemente com a FUNASA, na pessoa do seu superintendente estadual, Nilton José Andrade, o que facilita essa cooperação na realização dos projetos”, disse o responsável pelo Departamento de Convênios da PMBG, Nelcimar Siqueira.

REPARO

A última reunião do dia foi com a Comissão criada pela OAB/ES, que conta com o Conselho Estadual de Engenharia e Agronomia (CREA/ES) e do Conselho Regional de Biologia02 (CRBio/RJ-ES), onde foram traçadas as linhas de ações sobre os danos ambientais causados pela lama, suas implicações e posterior recuperação.

“A pauta dessas reuniões não poderia ser outra a não ser o grave crime ambiental da Samarco, o severo desequilíbrio ambiental provocado no rio Doce e o mal acarretado à comunidade guanduense; tudo isso terá de ser reparado”, obervou o prefeito.

Informações à Imprensa                                    
Assessoria de Comunicação PMBG
noticia@pmbg.es.gov.br

(27) 3732-8914

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