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Técnicos do Estado e Prefeitura analisam ações emergenciais para desassoreamento do rio Mutum, no KM 14

Técnicos especializados do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) estiveram ontem (06/07) no gabinete do prefeito Neto Barros, onde em reunião foram analisadas ações emergenciais para iniciar  o processo de desassoreamento do rio Mutum, na região do KM 14.
 
A sede daquele distrito encontra-se em permanente risco de inundações, em conseqüência do forte assoreamento do rio, agravado com as chuvas torrenciais do ano 2013. Qualquer chuva mais forte é suficiente para inundar as ruas do distrito, que mesmo na seca enfrenta problemas: formou-se um charco em parte do perímetro urbano do KM 14 que está invadindo o quintal das residências, prejudicando também o sistema de esgotamento sanitário.

Após a reunião com o prefeito Neto Barros, que teve também a presença do deputado Dary Pagung, vereadores representantes do distrito e lideranças do KM 14, os técnicos do Incaper foram até o distrito iniciar um levantamento visando a tomada de providências para iniciar o desassoreamento do rio Mutum, preparando também um projeto para acelerar a construção de caixas secas na região – que retém a água em partes altas e evita o agravamento do assoreamento.

Estiveram presentes também na reunião o secretário de Desenvolvimento Rural Allony Torres, o vice prefeito Eloy Avelino e o assessor do deputado federal Givaldo Vieira, Rodrigo Cândido. O assessor Rodrigo confirmou no encontro a liberação de emendas parlamentares do deputado Givaldo, liberando recursos para Baixo Guandu adquirir uma retroescavadeira e um caminhão Truck.

Este projeto do Incaper deve ser apresentado já no próximo dia 21 de julho, uma sexta feira, quando estarão presentes no KM 14 os  secretários de Agricultura Octaciano Neto, de Meio Ambiente Aladim Cerqueira e o engenheiro Henrique Lobo, considerado um dos maiores especialistas do mundo em bacias  hidrográficas. 

 
O deputado Dary Pagung já confirmou a presença de todos eles na sede do distrito, quando será feita uma nova reunião com a  comunidade, dando prosseguimento ao primeiro encontro, realizado no dia 12 de maio.Na ocasião deve ser formalizada a parceria com o Instituto Terra para reflorestar as encostas da região.
 
Ações emergenciais
Na reunião realizada ontem no gabinete, o prefeito Neto Barros deixou claro que existe a necessidade de ações emergenciais para evitar que o problema se agrave na sede do distrito do KM 14. 
 
Neto defendeu a dragagem imediata  da calha do rio Mutum  a partir da saída do distrito em direção à sede de Baixo Guandu, para permitir o escoamento mais rápido da água das chuvas e amenizando também  o alagamento que se formou em  área de parte do perímetro urbano do KM 14.
 
Segundo o prefeito, é um trabalho extremamente oneroso, que vai exigir um esforço conjunto da Prefeitura, do Estado e também de empresas de mineração que possuem maquinário pesado e podem ajudar. Ontem mesmo Neto recebeu mineradores  da região do Mutum no gabinete, quando já solicitou e obteve a promessa de ajuda no processo de desassoreamento imediato.

Esta semana, por determinação do prefeito Neto Barros, a Defesa Civil Municipal entregou um relatório à direção estadual do órgão, relatando em detalhes a grave situação vivida pelo KM 14. 

O assoreamento do rio Mutum, um processo que é antigo, agravou-se muito  com as fortes chuvas de 2013. “Os morros simplesmente derreteram com aquela inundação, levando tudo para a calha do rio Mutum”, disse ontem na reunião o vereador Sebastião Batata, morador no distrito do KM 14. E o próprio Estado contribuiu para o assoreamento: milhares de toneladas de terra revolvidas  pelas obras do asfaltamento da serra do Cachoeirão, (hoje abandonadas), foram levadas para as partes mais baixas, soterrando tudo  e até mudando o curso do rio Mutum.

 

Ações a longo prazo
Para o presidente do Incaper  Marcelo Suzart, que acompanhou a visita dos técnicos à região do KM 14, a dragagem que pode ser feita em curto prazo no rio Mutum  é apenas um paliativo. Segundo ele, as ações devem ter continuidade com construção de caixas secas, formação de curvas de nível, reflorestamento das encostas e a própria conscientização da comunidade em torno da gravidade da situação.
 
O processo de construção de caixas secas na região do KM 14, aliás, já teve início através da Associação de Produtores Rurais locais, segundo atestou na reunião de ontem  a presidente da entidade, Arlene Ribeiro Milani da Silva. A entidade recebeu recursos da Fundação Banco do Brasil de R$ 247 mil e está aplicando no atendimento aos associados. 
 
O consenso em torno da questão do assoreamento do rio Mutum é que esta situação não se resolve da noite para o dia. “É um processo longo, demorado, que exige ações emergenciais, e outras a  médio e longo prazos”, afirmou o prefeito Neto Barros, que destacou a importância da parceria com  o Estado, Instituto Terra, mineradores e população para resolver em definitivo o assoreamento do rio Mutum.

 

Técnicos do Estado e Prefeitura analisam ações emergenciais para desassoreamento do rio Mutum, no KM 14

Técnicos especializados do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) estiveram ontem (06/07) no gabinete do prefeito Neto Barros, onde em reunião foram analisadas ações emergenciais para iniciar  o processo de desassoreamento do rio Mutum, na região do KM 14.
 
A sede daquele distrito encontra-se em permanente risco de inundações, em conseqüência do forte assoreamento do rio, agravado com as chuvas torrenciais do ano 2013. Qualquer chuva mais forte é suficiente para inundar as ruas do distrito, que mesmo na seca enfrenta problemas: formou-se um charco em parte do perímetro urbano do KM 14 que está invadindo o quintal das residências, prejudicando também o sistema de esgotamento sanitário.

Após a reunião com o prefeito Neto Barros, que teve também a presença do deputado Dary Pagung, vereadores representantes do distrito e lideranças do KM 14, os técnicos do Incaper foram até o distrito iniciar um levantamento visando a tomada de providências para iniciar o desassoreamento do rio Mutum, preparando também um projeto para acelerar a construção de caixas secas na região – que retém a água em partes altas e evita o agravamento do assoreamento.

Estiveram presentes também na reunião o secretário de Desenvolvimento Rural Allony Torres, o vice prefeito Eloy Avelino e o assessor do deputado federal Givaldo Vieira, Rodrigo Cândido. O assessor Rodrigo confirmou no encontro a liberação de emendas parlamentares do deputado Givaldo, liberando recursos para Baixo Guandu adquirir uma retroescavadeira e um caminhão Truck.

Este projeto do Incaper deve ser apresentado já no próximo dia 21 de julho, uma sexta feira, quando estarão presentes no KM 14 os  secretários de Agricultura Octaciano Neto, de Meio Ambiente Aladim Cerqueira e o engenheiro Henrique Lobo, considerado um dos maiores especialistas do mundo em bacias  hidrográficas. 

 
O deputado Dary Pagung já confirmou a presença de todos eles na sede do distrito, quando será feita uma nova reunião com a  comunidade, dando prosseguimento ao primeiro encontro, realizado no dia 12 de maio.Na ocasião deve ser formalizada a parceria com o Instituto Terra para reflorestar as encostas da região.
 
Ações emergenciais
Na reunião realizada ontem no gabinete, o prefeito Neto Barros deixou claro que existe a necessidade de ações emergenciais para evitar que o problema se agrave na sede do distrito do KM 14. 
 
Neto defendeu a dragagem imediata  da calha do rio Mutum  a partir da saída do distrito em direção à sede de Baixo Guandu, para permitir o escoamento mais rápido da água das chuvas e amenizando também  o alagamento que se formou em  área de parte do perímetro urbano do KM 14.
 
Segundo o prefeito, é um trabalho extremamente oneroso, que vai exigir um esforço conjunto da Prefeitura, do Estado e também de empresas de mineração que possuem maquinário pesado e podem ajudar. Ontem mesmo Neto recebeu mineradores  da região do Mutum no gabinete, quando já solicitou e obteve a promessa de ajuda no processo de desassoreamento imediato.

Esta semana, por determinação do prefeito Neto Barros, a Defesa Civil Municipal entregou um relatório à direção estadual do órgão, relatando em detalhes a grave situação vivida pelo KM 14. 

O assoreamento do rio Mutum, um processo que é antigo, agravou-se muito  com as fortes chuvas de 2013. “Os morros simplesmente derreteram com aquela inundação, levando tudo para a calha do rio Mutum”, disse ontem na reunião o vereador Sebastião Batata, morador no distrito do KM 14. E o próprio Estado contribuiu para o assoreamento: milhares de toneladas de terra revolvidas  pelas obras do asfaltamento da serra do Cachoeirão, (hoje abandonadas), foram levadas para as partes mais baixas, soterrando tudo  e até mudando o curso do rio Mutum.

 

Ações a longo prazo
Para o presidente do Incaper  Marcelo Suzart, que acompanhou a visita dos técnicos à região do KM 14, a dragagem que pode ser feita em curto prazo no rio Mutum  é apenas um paliativo. Segundo ele, as ações devem ter continuidade com construção de caixas secas, formação de curvas de nível, reflorestamento das encostas e a própria conscientização da comunidade em torno da gravidade da situação.
 
O processo de construção de caixas secas na região do KM 14, aliás, já teve início através da Associação de Produtores Rurais locais, segundo atestou na reunião de ontem  a presidente da entidade, Arlene Ribeiro Milani da Silva. A entidade recebeu recursos da Fundação Banco do Brasil de R$ 247 mil e está aplicando no atendimento aos associados. 
 
O consenso em torno da questão do assoreamento do rio Mutum é que esta situação não se resolve da noite para o dia. “É um processo longo, demorado, que exige ações emergenciais, e outras a  médio e longo prazos”, afirmou o prefeito Neto Barros, que destacou a importância da parceria com  o Estado, Instituto Terra, mineradores e população para resolver em definitivo o assoreamento do rio Mutum.

 

Técnicos do Estado e Prefeitura analisam ações emergenciais para desassoreamento do rio Mutum, no KM 14

Técnicos especializados do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) estiveram ontem (06/07) no gabinete do prefeito Neto Barros, onde em reunião foram analisadas ações emergenciais para iniciar  o processo de desassoreamento do rio Mutum, na região do KM 14.
 
A sede daquele distrito encontra-se em permanente risco de inundações, em conseqüência do forte assoreamento do rio, agravado com as chuvas torrenciais do ano 2013. Qualquer chuva mais forte é suficiente para inundar as ruas do distrito, que mesmo na seca enfrenta problemas: formou-se um charco em parte do perímetro urbano do KM 14 que está invadindo o quintal das residências, prejudicando também o sistema de esgotamento sanitário.

Após a reunião com o prefeito Neto Barros, que teve também a presença do deputado Dary Pagung, vereadores representantes do distrito e lideranças do KM 14, os técnicos do Incaper foram até o distrito iniciar um levantamento visando a tomada de providências para iniciar o desassoreamento do rio Mutum, preparando também um projeto para acelerar a construção de caixas secas na região – que retém a água em partes altas e evita o agravamento do assoreamento.

Estiveram presentes também na reunião o secretário de Desenvolvimento Rural Allony Torres, o vice prefeito Eloy Avelino e o assessor do deputado federal Givaldo Vieira, Rodrigo Cândido. O assessor Rodrigo confirmou no encontro a liberação de emendas parlamentares do deputado Givaldo, liberando recursos para Baixo Guandu adquirir uma retroescavadeira e um caminhão Truck.

Este projeto do Incaper deve ser apresentado já no próximo dia 21 de julho, uma sexta feira, quando estarão presentes no KM 14 os  secretários de Agricultura Octaciano Neto, de Meio Ambiente Aladim Cerqueira e o engenheiro Henrique Lobo, considerado um dos maiores especialistas do mundo em bacias  hidrográficas. 

 
O deputado Dary Pagung já confirmou a presença de todos eles na sede do distrito, quando será feita uma nova reunião com a  comunidade, dando prosseguimento ao primeiro encontro, realizado no dia 12 de maio.Na ocasião deve ser formalizada a parceria com o Instituto Terra para reflorestar as encostas da região.
 
Ações emergenciais
Na reunião realizada ontem no gabinete, o prefeito Neto Barros deixou claro que existe a necessidade de ações emergenciais para evitar que o problema se agrave na sede do distrito do KM 14. 
 
Neto defendeu a dragagem imediata  da calha do rio Mutum  a partir da saída do distrito em direção à sede de Baixo Guandu, para permitir o escoamento mais rápido da água das chuvas e amenizando também  o alagamento que se formou em  área de parte do perímetro urbano do KM 14.
 
Segundo o prefeito, é um trabalho extremamente oneroso, que vai exigir um esforço conjunto da Prefeitura, do Estado e também de empresas de mineração que possuem maquinário pesado e podem ajudar. Ontem mesmo Neto recebeu mineradores  da região do Mutum no gabinete, quando já solicitou e obteve a promessa de ajuda no processo de desassoreamento imediato.

Esta semana, por determinação do prefeito Neto Barros, a Defesa Civil Municipal entregou um relatório à direção estadual do órgão, relatando em detalhes a grave situação vivida pelo KM 14. 

O assoreamento do rio Mutum, um processo que é antigo, agravou-se muito  com as fortes chuvas de 2013. “Os morros simplesmente derreteram com aquela inundação, levando tudo para a calha do rio Mutum”, disse ontem na reunião o vereador Sebastião Batata, morador no distrito do KM 14. E o próprio Estado contribuiu para o assoreamento: milhares de toneladas de terra revolvidas  pelas obras do asfaltamento da serra do Cachoeirão, (hoje abandonadas), foram levadas para as partes mais baixas, soterrando tudo  e até mudando o curso do rio Mutum.

 

Ações a longo prazo
Para o presidente do Incaper  Marcelo Suzart, que acompanhou a visita dos técnicos à região do KM 14, a dragagem que pode ser feita em curto prazo no rio Mutum  é apenas um paliativo. Segundo ele, as ações devem ter continuidade com construção de caixas secas, formação de curvas de nível, reflorestamento das encostas e a própria conscientização da comunidade em torno da gravidade da situação.
 
O processo de construção de caixas secas na região do KM 14, aliás, já teve início através da Associação de Produtores Rurais locais, segundo atestou na reunião de ontem  a presidente da entidade, Arlene Ribeiro Milani da Silva. A entidade recebeu recursos da Fundação Banco do Brasil de R$ 247 mil e está aplicando no atendimento aos associados. 
 
O consenso em torno da questão do assoreamento do rio Mutum é que esta situação não se resolve da noite para o dia. “É um processo longo, demorado, que exige ações emergenciais, e outras a  médio e longo prazos”, afirmou o prefeito Neto Barros, que destacou a importância da parceria com  o Estado, Instituto Terra, mineradores e população para resolver em definitivo o assoreamento do rio Mutum.

 

Conferência Municipal discute aprimoramento da Assistência Social

Foi realizada ontem (05/07), no auditório do CRAS, a XI Conferência Municipal de Assistência Social de Baixo Guandu, num encontro destinado a discutir a garantia de direitos no fortalecimento do Sistema Único de Assistência Social – o SUAS.
 
Cerca de 150 pessoas participaram da conferência, promovida pela Prefeitura Municipal através da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Habitação.
 
O objetivo principal da XI Conferência foi ampliar o debate em torno do conjunto de ações que envolvem a assistência social em Baixo Guandu. A secretária de Assistência Social Ana Paula Guimarães fez uma ampla explanação do trabalho desenvolvido no município, destacando os avanços dentro dos vários programas que envolvem a proteção social.
 
O encontro serviu para uma análise de todo o serviço social que é executado em Baixo Guandu, promovendo a abertura do diálogo com as diversas entidades e pessoas que estão diretamente envolvidas nos diversos programas  desenvolvidos no município.
 
O Sistema Único de Assistência Social (SUAS) organiza, a nível nacional, as ações de assistência em dois tipos de proteção social. A primeira é a Proteção Social Básica, destinada à prevenção de riscos sociais e pessoais , por meio de oferta de programas, projetos, serviços e benefícios a indivíduos e famílias em situação de vulnerabilidade social.
 
A segunda é a Proteção Social Especial, destinada a famílias e indivíduos que já se encontram em situação de risco e que tiveram seus direitos violados por ocorrência de abandono, maus tratos, abuso sexual, uso de drogas, entre outros aspectos.
 
A XI Conferência Municipal realizada ontem em Baixo Guandu, procurou exatamente discutir estas questões, na busca de uma assistência sempre mais eficiente no sistema de proteção social.

 

Conferência Municipal discute aprimoramento da Assistência Social

Foi realizada ontem (05/07), no auditório do CRAS, a XI Conferência Municipal de Assistência Social de Baixo Guandu, num encontro destinado a discutir a garantia de direitos no fortalecimento do Sistema Único de Assistência Social – o SUAS.
 
Cerca de 150 pessoas participaram da conferência, promovida pela Prefeitura Municipal através da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Habitação.
 
O objetivo principal da XI Conferência foi ampliar o debate em torno do conjunto de ações que envolvem a assistência social em Baixo Guandu. A secretária de Assistência Social Ana Paula Guimarães fez uma ampla explanação do trabalho desenvolvido no município, destacando os avanços dentro dos vários programas que envolvem a proteção social.
 
O encontro serviu para uma análise de todo o serviço social que é executado em Baixo Guandu, promovendo a abertura do diálogo com as diversas entidades e pessoas que estão diretamente envolvidas nos diversos programas  desenvolvidos no município.
 
O Sistema Único de Assistência Social (SUAS) organiza, a nível nacional, as ações de assistência em dois tipos de proteção social. A primeira é a Proteção Social Básica, destinada à prevenção de riscos sociais e pessoais , por meio de oferta de programas, projetos, serviços e benefícios a indivíduos e famílias em situação de vulnerabilidade social.
 
A segunda é a Proteção Social Especial, destinada a famílias e indivíduos que já se encontram em situação de risco e que tiveram seus direitos violados por ocorrência de abandono, maus tratos, abuso sexual, uso de drogas, entre outros aspectos.
 
A XI Conferência Municipal realizada ontem em Baixo Guandu, procurou exatamente discutir estas questões, na busca de uma assistência sempre mais eficiente no sistema de proteção social.

 

Conferência Municipal discute aprimoramento da Assistência Social

Foi realizada ontem (05/07), no auditório do CRAS, a XI Conferência Municipal de Assistência Social de Baixo Guandu, num encontro destinado a discutir a garantia de direitos no fortalecimento do Sistema Único de Assistência Social – o SUAS.
 
Cerca de 150 pessoas participaram da conferência, promovida pela Prefeitura Municipal através da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Habitação.
 
O objetivo principal da XI Conferência foi ampliar o debate em torno do conjunto de ações que envolvem a assistência social em Baixo Guandu. A secretária de Assistência Social Ana Paula Guimarães fez uma ampla explanação do trabalho desenvolvido no município, destacando os avanços dentro dos vários programas que envolvem a proteção social.
 
O encontro serviu para uma análise de todo o serviço social que é executado em Baixo Guandu, promovendo a abertura do diálogo com as diversas entidades e pessoas que estão diretamente envolvidas nos diversos programas  desenvolvidos no município.
 
O Sistema Único de Assistência Social (SUAS) organiza, a nível nacional, as ações de assistência em dois tipos de proteção social. A primeira é a Proteção Social Básica, destinada à prevenção de riscos sociais e pessoais , por meio de oferta de programas, projetos, serviços e benefícios a indivíduos e famílias em situação de vulnerabilidade social.
 
A segunda é a Proteção Social Especial, destinada a famílias e indivíduos que já se encontram em situação de risco e que tiveram seus direitos violados por ocorrência de abandono, maus tratos, abuso sexual, uso de drogas, entre outros aspectos.
 
A XI Conferência Municipal realizada ontem em Baixo Guandu, procurou exatamente discutir estas questões, na busca de uma assistência sempre mais eficiente no sistema de proteção social.

 

Conferência Municipal discute aprimoramento da Assistência Social

Foi realizada ontem (05/07), no auditório do CRAS, a XI Conferência Municipal de Assistência Social de Baixo Guandu, num encontro destinado a discutir a garantia de direitos no fortalecimento do Sistema Único de Assistência Social – o SUAS.
 
Cerca de 150 pessoas participaram da conferência, promovida pela Prefeitura Municipal através da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Habitação.
 
O objetivo principal da XI Conferência foi ampliar o debate em torno do conjunto de ações que envolvem a assistência social em Baixo Guandu. A secretária de Assistência Social Ana Paula Guimarães fez uma ampla explanação do trabalho desenvolvido no município, destacando os avanços dentro dos vários programas que envolvem a proteção social.
 
O encontro serviu para uma análise de todo o serviço social que é executado em Baixo Guandu, promovendo a abertura do diálogo com as diversas entidades e pessoas que estão diretamente envolvidas nos diversos programas  desenvolvidos no município.
 
O Sistema Único de Assistência Social (SUAS) organiza, a nível nacional, as ações de assistência em dois tipos de proteção social. A primeira é a Proteção Social Básica, destinada à prevenção de riscos sociais e pessoais , por meio de oferta de programas, projetos, serviços e benefícios a indivíduos e famílias em situação de vulnerabilidade social.
 
A segunda é a Proteção Social Especial, destinada a famílias e indivíduos que já se encontram em situação de risco e que tiveram seus direitos violados por ocorrência de abandono, maus tratos, abuso sexual, uso de drogas, entre outros aspectos.
 
A XI Conferência Municipal realizada ontem em Baixo Guandu, procurou exatamente discutir estas questões, na busca de uma assistência sempre mais eficiente no sistema de proteção social.

 

Mais respeito aos servidores: nunca se investiu tanto em valorização

Ciente de que o servidor público municipal valorizado, com reconhecimento de seus direitos, é fundamental para uma prestação de serviços de qualidade à população, a atual gestão municipal em Baixo Guandu desenvolve, desde 2013, uma política inteiramente nova voltada aos funcionários da Prefeitura.
 
Desde 2013, assim que assumiu o comando do Executivo, o prefeito Neto Barros tomou a decisão de conceder automaticamente aos servidores seus direitos funcionais. Foi criada uma mesa de negociação permanente com a classe dos trabalhadores, abrindo o diálogo necessário para propiciar uma gestão de qualidade. 
 
A decisão de conceder automaticamente os direitos de cada servidor foi histórica. Antes da atual gestão, estes direitos tinham uma conotação puramente política: o servidor fazia um requerimento ao Executivo solicitando os benefícios, que eram deferidos ou não, num sistema injusto que não tinha qualquer critério. Ou melhor, usava-se o critério do apadrinhamento político, que atendia  alguns e prejudicava a grande maioria dos funcionários.

Com o benefício automático, concedido  a partir de 2013, teve início uma nova etapa de valorização do servidor, num investimento que significava acima de tudo o respeito ao trabalho daquele que se dedicava à gestão pública.
 
O quadro abaixo, elaborado esta semana pelo setor de Recursos Humanos da Prefeitura, mostra com clareza quantos servidores tiveram seus direitos reconhecidos  automaticamente  na atual gestão:
 
Tipo de direito Servidores Beneficiados
Gratificação de assiduidade (25%) 82
Gratificação de assiduidade (50%) 22
Gratificação adicional de 5% 438
Gratificação adicional de 10% 86
Gratificação adicional de 15% 35
Gratificação adicional de 25% 07

                            

Observação 1: As gratificações adicionais são concedidas automaticamente conforme o tempo de serviço.

Observação 2: Alguns servidores tiveram um aumento salarial superior a 100%, uma vez que acumularam as gratificações adicionais com as gratificações de assiduidade.


Para o prefeito Neto Barros, o investimento na valorização do servidor significa, acima de tudo, o respeito àqueles que se dedicam ao serviço público. “Para cobrar mais resultados e melhores serviços que são prestados à população, o prefeito tem que dar o exemplo e valorizar aqueles que tocam as políticas públicas do município”, afirma Neto Barros, que procurou sempre manter o diálogo  com  a classe trabalhadora em busca de uma gestão profissionalizada, voltada para o bem estar de todos.
 
Pagamento em dia
Desde 2013, o servidor público municipal em Baixo Guandu tem ainda a tranquilidade de saber que seu salário será pago em dia. Os vencimentos são depositados  sempre até o último dia útil  do mês, o que permite a cada funcionário planejar  seu orçamento pessoal e familiar, beneficiando também especialmente ao setor de serviços e ao comércio da cidade.
 

Mais respeito aos servidores: nunca se investiu tanto em valorização

Ciente de que o servidor público municipal valorizado, com reconhecimento de seus direitos, é fundamental para uma prestação de serviços de qualidade à população, a atual gestão municipal em Baixo Guandu desenvolve, desde 2013, uma política inteiramente nova voltada aos funcionários da Prefeitura.
 
Desde 2013, assim que assumiu o comando do Executivo, o prefeito Neto Barros tomou a decisão de conceder automaticamente aos servidores seus direitos funcionais. Foi criada uma mesa de negociação permanente com a classe dos trabalhadores, abrindo o diálogo necessário para propiciar uma gestão de qualidade. 
 
A decisão de conceder automaticamente os direitos de cada servidor foi histórica. Antes da atual gestão, estes direitos tinham uma conotação puramente política: o servidor fazia um requerimento ao Executivo solicitando os benefícios, que eram deferidos ou não, num sistema injusto que não tinha qualquer critério. Ou melhor, usava-se o critério do apadrinhamento político, que atendia  alguns e prejudicava a grande maioria dos funcionários.

Com o benefício automático, concedido  a partir de 2013, teve início uma nova etapa de valorização do servidor, num investimento que significava acima de tudo o respeito ao trabalho daquele que se dedicava à gestão pública.
 
O quadro abaixo, elaborado esta semana pelo setor de Recursos Humanos da Prefeitura, mostra com clareza quantos servidores tiveram seus direitos reconhecidos  automaticamente  na atual gestão:
 
Tipo de direito Servidores Beneficiados
Gratificação de assiduidade (25%) 82
Gratificação de assiduidade (50%) 22
Gratificação adicional de 5% 438
Gratificação adicional de 10% 86
Gratificação adicional de 15% 35
Gratificação adicional de 25% 07

                            

Observação 1: As gratificações adicionais são concedidas automaticamente conforme o tempo de serviço.

Observação 2: Alguns servidores tiveram um aumento salarial superior a 100%, uma vez que acumularam as gratificações adicionais com as gratificações de assiduidade.


Para o prefeito Neto Barros, o investimento na valorização do servidor significa, acima de tudo, o respeito àqueles que se dedicam ao serviço público. “Para cobrar mais resultados e melhores serviços que são prestados à população, o prefeito tem que dar o exemplo e valorizar aqueles que tocam as políticas públicas do município”, afirma Neto Barros, que procurou sempre manter o diálogo  com  a classe trabalhadora em busca de uma gestão profissionalizada, voltada para o bem estar de todos.
 
Pagamento em dia
Desde 2013, o servidor público municipal em Baixo Guandu tem ainda a tranquilidade de saber que seu salário será pago em dia. Os vencimentos são depositados  sempre até o último dia útil  do mês, o que permite a cada funcionário planejar  seu orçamento pessoal e familiar, beneficiando também especialmente ao setor de serviços e ao comércio da cidade.
 

Mais respeito aos servidores: nunca se investiu tanto em valorização

Ciente de que o servidor público municipal valorizado, com reconhecimento de seus direitos, é fundamental para uma prestação de serviços de qualidade à população, a atual gestão municipal em Baixo Guandu desenvolve, desde 2013, uma política inteiramente nova voltada aos funcionários da Prefeitura.
 
Desde 2013, assim que assumiu o comando do Executivo, o prefeito Neto Barros tomou a decisão de conceder automaticamente aos servidores seus direitos funcionais. Foi criada uma mesa de negociação permanente com a classe dos trabalhadores, abrindo o diálogo necessário para propiciar uma gestão de qualidade. 
 
A decisão de conceder automaticamente os direitos de cada servidor foi histórica. Antes da atual gestão, estes direitos tinham uma conotação puramente política: o servidor fazia um requerimento ao Executivo solicitando os benefícios, que eram deferidos ou não, num sistema injusto que não tinha qualquer critério. Ou melhor, usava-se o critério do apadrinhamento político, que atendia  alguns e prejudicava a grande maioria dos funcionários.

Com o benefício automático, concedido  a partir de 2013, teve início uma nova etapa de valorização do servidor, num investimento que significava acima de tudo o respeito ao trabalho daquele que se dedicava à gestão pública.
 
O quadro abaixo, elaborado esta semana pelo setor de Recursos Humanos da Prefeitura, mostra com clareza quantos servidores tiveram seus direitos reconhecidos  automaticamente  na atual gestão:
 
Tipo de direito Servidores Beneficiados
Gratificação de assiduidade (25%) 82
Gratificação de assiduidade (50%) 22
Gratificação adicional de 5% 438
Gratificação adicional de 10% 86
Gratificação adicional de 15% 35
Gratificação adicional de 25% 07

                            

Observação 1: As gratificações adicionais são concedidas automaticamente conforme o tempo de serviço.

Observação 2: Alguns servidores tiveram um aumento salarial superior a 100%, uma vez que acumularam as gratificações adicionais com as gratificações de assiduidade.


Para o prefeito Neto Barros, o investimento na valorização do servidor significa, acima de tudo, o respeito àqueles que se dedicam ao serviço público. “Para cobrar mais resultados e melhores serviços que são prestados à população, o prefeito tem que dar o exemplo e valorizar aqueles que tocam as políticas públicas do município”, afirma Neto Barros, que procurou sempre manter o diálogo  com  a classe trabalhadora em busca de uma gestão profissionalizada, voltada para o bem estar de todos.
 
Pagamento em dia
Desde 2013, o servidor público municipal em Baixo Guandu tem ainda a tranquilidade de saber que seu salário será pago em dia. Os vencimentos são depositados  sempre até o último dia útil  do mês, o que permite a cada funcionário planejar  seu orçamento pessoal e familiar, beneficiando também especialmente ao setor de serviços e ao comércio da cidade.