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Batalha do Jardim: Prefeitura de Baixo Guandu apoia o Movimento Hip Hop

Há 7 anos, Baixo Guandu vem se transformando em um celeiro de oportunidades. Em todos os segmentos, econômicos, sociais, culturais, a cidade passou a respirar, por assim dizer, os ares da cidadania plena. Desde então, inúmeras iniciativas do poder público municipal, aliadas à vocação empreendedora dos guanduenses, têm feito do Município uma referência não só nas questões do desenvolvimento socioeconômico local, mas também no apoio às atividades culturais.
 
São inúmeros eventos relacionados à vida cultural do Município, como a Feira da Cultura, Mostra Musical, Concerto de Páscoa, Fest Moto Rock, 7 de Setembro, Guandu Pomerfest, Rock in Doce, Guandu Fest Afro, Natal Luz, Semana Literária e Batalha do Jardim (BDJ), esta fundada há pouco mais de quatro meses por um grupo de jovens ligados ao movimento Hip Hop.

O Hip Hop, que tem em sua essência a dança, a música, a poesia e outras manifestações artísticas, como o grafite, nasceu em Nova York (EUA), na década de 1970, em comunidades ‘periféricas’ de afro-americanos, caribenhos e latinos, e se espalhou pelo mundo como sinônimo de protesto e resistência, por meio da arte, às injustiças sociais. 
 
Em Baixo Guandu, a BDJ acontece na Praça Getúlio Vargas, sem calendário fixo, onde dois mestres de cerimônia (MC's)  constroem rimas afiadas e vão se revezando na provocação mútua por meio do improviso. E nessa ‘Batalha do Jardim’, uma referência ao outro nome da Praça Getúlio Vargas, ou simplesmente Jardim, o público presente é convidado a participar do desafio; e, não raro, são revelados ‘talentos’ que vão se integrando à apresentação.  
 
E para que não haja nenhuma dúvida sobre a seriedade do trabalho e a preocupação quanto a fazer do Movimento Hip Hop em Baixo Guandu um espetáculo para todas as idades, os organizadores se esmeram, na batalha de rimas, em evitar palavras que possam ser ofensivas a qualquer público. “Mesmo com a participação improvisada de pessoas da plateia, a gente impõe uma série de regras quanto ao vocabulário usado; por isso, a gente vê nas apresentações famílias inteiras que vêm nos prestigiar”, explica Márcio Daniel de Souza Alves, o MD, um dos criadores da BDJ.
 
Apoio e preconceito 
Sem recursos financeiros para se apresentar, a BDJ conta com a colaboração de empresas locais para divulgar o seu trabalho. Em geral são doações de artigos que serão usados no sorteio entre o público e na premiação dos vencedores do desafio. 
 
Por outro lado, a Prefeitura de Baixo Guandu, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, apoia o Movimento Hip Hop em várias frentes, uma delas disponibilizando o sistema de som. Outra iniciativa do poder público municipal foi garantir à BDJ o alvará de licença para as apresentações culturais no Município, além de solicitar a presença de uma viatura policial nas imediações, a exemplo do que ocorre em outros eventos.

“É uma determinação do prefeito Neto Barros dar todo apoio ao Hip Hop, que é sabidamente uma cultura que sofre muito estigma e preconceito por uma parte da sociedade que não entende os objetivos do movimento, vinculando-o à marginalidade e à criminalidade, quando, na verdade, são porta-vozes de belíssimas manifestações artísticas e culturais que têm como pano de fundo o grito por um mundo mais justo, mais criativo e mais humano”, opina a produtora cultural e secretária municipal de Cultura, Jane Ribeiro,  guanduense formada em Publicidade e Propaganda e pós-graduada em Marketing no Rio de Janeiro, que atua na área de produção cultural há 21 anos, especialmente em projetos socioculturais. 
 

Por entender ser o Hip Hop uma das manifestações culturais mais importantes em todo o mundo, sobretudo entre os jovens, mas que ainda sofre uma carga de preconceito muito grande, o prefeito Neto Barros determinou que os jovens  pudesse se apresentar e se manifestar livremente na cidade, inclusive notificando o comando da Polícia Militar sobre essa nova modalidade artística e cultural em Baixo Guandu.

“A Praça do Jardim tem sido o palco para as apresentações do Movimento Hip Hop, sem nenhum registro de irregularidade quanto ao comportamento dos componentes do grupo ou mesmo do público que comparece aos eventos”, frisou o prefeito.

Texto: Guilherme Augusto Zacharias
Fotos: Dauster Gava


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