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Vigilância alerta para risco de surto de dengue e pede mobilização da população

O Espirito Santo é um dos 11 Estados do país que correm o risco de ter um surto de dengue, especialmente a partir do mês de março, conforme informação divulgada esta semana pelo Ministério da Saúde.
 
E o coordenador da Vigilância em Saúde de Baixo Guandu, Azemar de Carvalho, reforçou o alerta pedindo a toda a população que se engaje no combate ao mosquito aedes aegypti, que transmite a dengue e também doenças como a zika e a chikungunya.
 
No começo desta semana o coordenador da Vigilância Azemar já participou de uma reunião em Vitória, com técnicos da Secretaria Estadual de Saúde, quando a possibilidade do surto foi debatida com representantes dos municípios capixabas.

“O alerta não é só para a dengue, mas especialmente para a zika e a chikungunya, que da mesma forma são transmitidas pelo mosquito aedes aegypti”, falou o coordenador da Vigilância, que fez um apelo aos guanduenses.

“O que nos resta é prevenir, combatendo qualquer água parada que possa facilitar a proliferação do mosquito, lembrando que 80% dos focos estão sempre em quintais e dentro das casas dos moradores. O que resta agora é pedir que todos lutem contra o mosquito para evitar um possível surto”, falou Azemar.
 

Baixo Guandu, segundo o coordenador da Vigilância em Saúde, registrou em 2020 apenas dois casos suspeitos, mas ainda não confirmados de dengue. As notificações dependem agora de exames de laboratório para confirmar ou não a presença da doença.
 
Azemar lembrou que há mais de 6 meses o Governo Federal não libera o inseticida para os municípios, dificultando o controle do mosquito nos locais onde aparecem casos de dengue. “Nós sempre fazemos este controle com borrifação usando  aquela bomba que o agente coloca nas costas, em pontos específicos onde a doença aparece, mas infelizmente não temos o inseticida”, falou Azemar.
 
Na reunião realizada em Vitoria nesta semana, conforme Azemar de Carvalho, falou-se na possibilidade do Governo Federal liberar 80 mil litros do inseticida para todo o país, o que para ele é insuficiente para um trabalho de prevenção com ótimos resultados.
 
Mas a prevenção, conforme a Vigilância em Saúde, continua sendo o melhor remédio para evitar a dengue, zika e Chikungunya, combatendo o mosquito transmissor. E este combate se dá evitando qualquer tipo de água parada – em vasos  de plantas, pneus, ralos, calhas, caixas dágua, garrafas, tampinha de garrafa ou qualquer outro recipiente.


arte: www.prefeitura.sp.gov.br

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