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Lama alcança Baixo Guandu e segue para Mascarenhas

Atualizado às 18h40

A lama prevista para chegar em Baixo Guandu há uma semana, na verdade, só chegou ao município na tarde da segunda-feira, 16. Assim mesmo, não se verificou nas águas barrentas e avermelhadas do rio Doce a presença da lama mais densa, tampouco animais ou peixes mortos – como ocorreu em Governador Valadares e Resplendor, municípios mineiros vizinhos do Espírito Santo.

Com a chegada de água mais densa e avermelhada em Baixo Guandu, foi suspensa a captação na calha do Rio Doce desde a manhã de ontem. Porém, o abastecimento na sede do município está garantido pelo sistema emergencial instalado pela prefeitura e SAAE no trecho da antiga usina Von Lutzon, para captar água do rio Guandu. O novo sistema de captação foi construído em tempo recorde: os trabalhados tiveram início na última quarta-feira, 10, e foram concluídos no domingo, 15.

Graças a essa intervenção a captação da água do rio Guandu e seu transbordo para os reservatórios do SAAE, na sede do município, em volume idêntico ao que era retirado no rio Doce, permitiu que o abastecimento aos moradores da cidade permanecesse normal, sem interrupções. Análises feitas pelo SAAE comprovaram a potabilidade da água captada no rio Guandu, atestando as condições para tratamento e distribuição à população, informou o diretor da autarquia Luciano Magalhães.

 

Prefeitura esclarece

Diferentemente do que vem sendo divulgado em spots de publicidade institucional, a empresa Samarco Mineração não é a responsável pela obra que instalou um sistema de captação de água no rio Guandu. Na verdade a empresa forneceu apenas uma das três tubulações utilizadas. Todo o material restante, bem como a mão-de-obra, maquinário e ferramentas foi disponibilizado pela prefeitura e SAAE.

A prefeitura pretende que esta obra, tida como emergencial, seja refeita para ser tornar permanente. Porém, o custo de instalação desse novo sistema de captação, orçado pelo SAAE em aproximadamente R$ 1,5 milhão, será cobrado à Samarco Mineração como forma de compensação de uma parte dos prejuízos causados pelo rompimento de suas barragens de rejeitos em Mariana-MG, no último dia 05 de novembro.

Informações à Imprensa                                    

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